quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Há perguntas sem respostas, e a respostas sem que ninguém Pergunte!

Qual a filosofia que rege o mundo?



É claro que se eu fizesse essa pergunta para 10 pessoas, eu teria 10 respostas diferentes, e eu não acharia uma definição certa, pois uma pergunta pode ser respondia por diferentes respostas, é questão de opinião e interpretação, mas, sem dúvida a lei regida no mundo não é a estabelecida por Jesus.

Eu sempre entro em conflito me questionando porque tantas doutrinas, tantas religiões, tantas teorias, se só existe uma bíblia? Se fosse um pensamento lógico, é claro que havendo uma bíblia só existiria uma religião, uma doutrina.

Mas afinal, não são só os cristãos que lêem a bíblia, Ela é lida por todo tipo de pessoas e exerce a sua atração sobre o crente e o ateu, sobre o cristão e o espírita. A bíblia está no centro da mística que hoje renasce em todo o canto.

A bíblia deixou de ser o livro exclusivo das igrejas, e tornou-se um livro da humanidade. Isso modifica por completo o quadro da sua interpretação; a bíblia entrou em áreas onde não existe o olhar da fé, onde o controle dogmático não é aceito, onde a explicação é luxo de poucos, onde os problemas debatidos pelos teólogos são ignorados, onde apenas se vive a vida.

Antes, a bíblia era ouvida dentro do contexto sacral da liturgia. Hoje, ela é lida dentro do ambiente familiar da casa, das reuniões populares ou das discussões com cristãos, espíritas e testemunhas de Jeová.

Hoje em dia os homossexuais, bêbados, prostitutas, ladrões, dão referencias bíblicas como mecanismo de defesa de seus atos e decisões.

Mas, será que a bíblia é amparo para todos? Para aqueles que andam na verdade Sim, o difícil Hoje é que a verdade de um, sempre será a mentira do outro, e o errado de um sempre será o certo do outro. (que confusão).

Você já reparou que temas como o paraíso terrestre, o pecado original, Adão e Eva, anjos e demônios, criação, milagres etc, começaram a serem assuntos de conversas diárias?

E tudo parece ser tão diferente daquilo que se aprendeu no passado, coloca-se em xeque tudo o que se sabia até agora. Nasce, assim, um espírito de relativismo desconcertante.


“- Se as conclusões anteriores não eram boas, quem me garante que as atuais o são?”


Qual é a verdade certa? Quem pode dar-me o sentido exato de um texto?


Questionamentos como:


Caim e Abel foram os primeiros filhos de Adão e Eva?

Como Deus pode Criar o mundo em seis dias se ele poderia ter feito tudo em um dia só?

Como é possível criar o homem de barro e a mulher da costela, Deus fez diferença entre eles? Entre outras perguntas NÉ?

Já reparou que ela descreve o mesmo fato de diversas maneiras? Às vezes até de modo contraditório?

A impressão que dá, e que a bíblia seja um livro extremamente complicado, mas, sai tanta coisa boa a respeito dos textos bíblicos, que a bíblia até parece um gerados mágico de bons pensamentos, o povo se apodera da bíblia e a interpreta com uma liberdade que espanta e faz inveja. Por uma criatividade alimentada pela vida e por uma imaginação muito fértil, o povo tira da bíblia o possível e o impossível. Ela parece possuir uma chave de interpretação que é bem diferente daquela usada pela exegese oficial.


Por isso há tantas perguntas, tantas dúvidas, tantas opiniões, tantas doutrinas, tantas igrejas, tantas religiões, tantas teorias, tantas discussões, tanta falta de fé, tanta hipocrisia, tanta dor, tanta tristeza, tanta auto-suficiência, tanto desanimo, tantas guerras. Mas, esses fatores, não são responsabilidade da bíblia e sim da ignorância do homem de querer saber mais do que Deus.


Sem dúvida, uma das principais finalidades da bíblia é levar ao homem a um questionamento das coisas. Mas será que esse tipo de questionamento que a bíblia quer levantar?

Em minha opinião antes de levantar qualquer tipo de questionamento exterior, Ela quer levar a um questionamento da vida a qual vivemos.

 

 

 

 

 

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Meu Postulado




“Somos o que queremos Ser”


Se eu fosse uma teoria, seria aquela cujo certo de um seria o errado do outro.

Se eu fosse uma pratica, seria o caminhar dos velhinhos que já cansados seguem ainda a caminhada.

Se eu fosse uma fruta, seria uma melancia, por dentro madura e doce, por fora amarga e verde.

Se eu fosse um perfume, seria o cheiro que ficou na roupa depois de um abraço de despedida.

Se eu fosse um sermão, seria o do palhaço, que chora sozinho e ri com muitos.

Se eu fosse invisível, seria o vento que refresca o mar nas tardes de sol.

Se eu fosse o Som, seria a volta do filho batendo na porta pedindo pra voltar ao pai.

Se eu fosse à imaginação, seria a da criança sem restrições e bloqueios da impureza.

Se eu fosse poeta, escreveria somente sobre o amor e sobre o que ele é capaz de fazer.

Se eu fosse a tristeza falaria pra alegria o quando eu a invejo ao ver o reflexo dela no sorriso daqueles que sofrem mais acreditam em Deus.

Contento-me em ser humana e vestir a camisa da vida e viver sem ter medo de ser feliz.

Afinal, essa ilusão de ser, faz parte da minha realidade.